Binho estava afastado de suas atividades profissionais desde o ano passado, quando sofreu uma lesão na coluna que o impediu de seguir com a agenda de shows. Ao longo de sua trajetória, ele foi peça fundamental na construção da identidade sonora do Pique Novo, imprimindo um ritmo que se tornou marca registrada do conjunto.
Além de sua contribuição ao pagode, Binho possuía um currículo de destaque no Carnaval carioca. Ele atuou como mestre de bateria da Beija-Flor de Nilópolis e colaborou ativamente na criação de sambas-enredo históricos que passaram pela Marquês de Sapucaí.
Até o momento, a família não divulgou a causa oficial do falecimento. O sepultamento de Binho Percussão está agendado para esta terça-feira, no Cemitério São Francisco Xavier, localizado no Caju, Zona Portuária do Rio de Janeiro. Sua partida deixa um legado de dedicação e maestria rítmica na cultura popular brasileira.