Dentro do escopo do projeto estão incluídas oficinas de percussão, cavaco, violão, canto, samba no pé, dança afro, tranças e zumba. Todas as atividades são gratuitas e realizadas na quadra da escola de samba, com o objetivo de capacitar novos talentos, fortalecer a comunidade e integrar participantes com mestres da bateria da Verde e Rosa.
Segundo a presidenta da Escola, Guanayra Firmino, as oficinas carnavalescas, realizadas desde 2025, já estão gerando frutos reais, com mais acesso à cultura, formação, fortalecimento da identidade e novas possibilidades de geração de emprego e renda para a comunidade.
“Hoje, o foco é no resultado. Nos rostos, nas histórias e em cada certificado que representa conquista, aprendizado e transformação. Um registro afetivo do impacto que a gente constrói juntos, valorizando quem é da casa e fortalecendo o nosso futuro”, enfatiza a presidenta da agremiação.
Ainda segundo Guanayra, o trabalho desenvolvido nas Oficinas Carnavalescas vai muito além da formação técnica, promovendo inclusão, autoestima e oportunidades reais para pessoas que encontram na escola um espaço de acolhimento e transformação social. As iniciativas têm sido fundamentais para levar dignidade a quem mais precisa, fortalecendo vínculos comunitários e ampliando horizontes.
“Mais do que ensinar um ofício, as oficinas devolvem esperança e mostram novos caminhos para quem muitas vezes não se sentia visto. Quando a escola estende a mão, ela não só forma profissionais, mas transforma histórias e resgata a dignidade de muita gente”, reflete Guanayra Firmino.
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Thiago Otero Jornalista | Cultura, Carnaval e Entretenimento.
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