Após estrear na Marquês de Sapucaí em 2026, Agnes Pimentel dá um novo passo em sua trajetória no carnaval e é anunciada como musa da Imperatriz Leopoldinense. Em apenas um ano, a relação construída com a escola se transforma em reconhecimento oficial, marcando um novo capítulo de uma conexão movida por herança, emoção e pertencimento.
Nascida no Méier, Agnes viveu os primeiros anos de vida na Maré, na Vila do Pinheiro, onde construiu suas primeiras referências de convivência, família e afeto. Sua primeira escola foi em Bonsucesso, e é desse território que vêm memórias que ainda atravessam sua trajetória e sua relação com o samba.
Filha de ex-ritmista, ela carrega no carnaval uma herança afetiva que hoje ganha corpo na avenida, não apenas como imagem, mas como presença e compromisso com a escola.
Seu primeiro desfile pela Imperatriz, no último carnaval, foi o ponto de partida dessa aproximação mais profunda. Vivida, segundo ela, como uma experiência transformadora, a estreia despertou uma relação que rapidamente extrapolou o fascínio pelo espetáculo e se converteu em identificação real com a agremiação.
O convite para assumir o posto de musa consolida esse percurso e projeta Agnes em um lugar de representação dentro da escola.
“Ser musa da Imperatriz é uma honra, mas também uma responsabilidade muito grande. É um lugar que exige respeito. Quero representar com verdade, mostrar que eu realmente gosto de estar ali, sem construir uma personagem”, afirma.
Foto: Divulgação/Imperatriz Leopoldinense
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Thiago Otero Jornalista | Cultura, Carnaval e Entretenimento.
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