Bastidores da crise na Vila Isabel: Decisão de juntar sambas partiu de Tinga; Capitão Guimarães evitou contrariar filho.

Apesar de Capitão Guimarães prever conflito com Martinho da Vila, escolha técnica do intérprete foi mantida com o aval da direção da escola.

A escolha do samba-enredo da Vila Isabel para o Carnaval 2027 gerou momentos de tensão nos bastidores da agremiação azul e branco. Segundo a coluna Gente da revista VEJA, a decisão de realizar a junção da obra de Martinho da Vila com a de Paulo César Feital partiu do intérprete Tinga, que definiu a fusão com base em critérios técnicos de melodia e letra.

A medida, contudo, enfrentou resistência interna. Capitão Guimarães, patrono da escola e um dos fundadores da Liesa, se posicionou a favor de Martinho e alertou repetidas vezes que a junção causaria um grave impasse com o baluarte, que chegou a ameaçar romper com a escola.

Apesar de discordar da fusão, Capitão Guimarães optou por não contrariar a decisão aprovada por seu filho, Luiz Guimarães, que atua publicamente no comando da agremiação. A resolução expõe os atritos provocados pelo impasse em relação à obra do Carnaval de 2027.

Foto: Reprodução/Instagram

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✍️ Thiago Otero Jornalista | Cultura, Carnaval e Entretenimento.

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